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sexta-feira, 14 de julho de 2017

13a Conferência: Com recorde de público, DS IV realiza segunda Microrregional

       268 participantes. Esse foi o total de credenciados que participaram da Microrregional 4.2 realizada na noite de ontem, quinta-feira, 13. Contando com a participação dos moradores dos bairros de Engenho do Meio e Torrões, a microrregional serviu para debater sobre a saúde local, levantar propostas e eleger os (as) pré-delegados (as) para a etapa Distrital da 13ª Conferência Municipal de Saúde do Recife.
    “É muito gratificante ver todos e todas vocês nesse espaço de Controle Social para discutir sobre saúde”, disse a conselheira Lucelena Cândido, representante do CMS-Recife na mesa de abertura. “Saibam que você têm os conselhos de saúde para apoiar e servir de caminho para fazer as reivindicações de vocês”, complementa.
       Também participando da plenária, a vice-coordenadora do CMS-Recife, Keila Tavares, fez uma apresentação mostrando como funcionam e se organizam os Conselhos de Saúde.
      A gerente do Distrito Sanitário IV, Juliana Santiago, fez uma apresentação mostrando o território. Em sua fala, Juliana mostrou o panorama das unidades de saúde existentes na área, como os serviços são divididos e enfatizou as metas da gestão para requalificar as unidades já existentes.
     A plenária foi convidada a participar do debate, onde puderam expor suas dúvidas, queixas, angústias e desejos. Problemas com a infraestrutura das unidades, demora na marcação de exames, falta de medicamentos foram citados pelos presentes.
      Ao final, foram eleitos, por aclamação, 25 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário e 12 pré-delegados (as) pelo segmento Trabalhador.
Pré-delegadas eleitas pelo segmento Trabalhador
Pré-delegadas (os) eleitas (os) pelo segmento Trabalhador


quinta-feira, 13 de julho de 2017

13a Conferência: DS V e DS III realizam mais etapas microrregionais


Microrregional 5.1

          O Distrito Sanitário V iniciou, no último dia 11, a sua primeira Plenária Microrregional da 13a Conferência Municipal de Saúde do Recife. Contemplando os moradores dos bairros de Afogados, Bongi, Mangueira, Mustardinha e San Martin, a plenária teve como objetivo discutir sobre a saúde local e elevar propostas que possam ajudar na melhoria da rede de Saúde do Recife.
        A conselheira Sônia Pinto, representante do CMS-Recife na mesa de abertura, falou da importância dessa etapa da conferência. "É um espaço de debate para avaliar a situação de saúde de cada território do nosso município e propor diretrizes para formulação da Política de Saúde que queremos", disse. "Mas também é um momento de provocar os gestores para que nos digam em que avançaram e quais serviços de saúde que são ofertados para a sociedade melhoraram", finalizou fazendo uma provocação a plenária.
         A vice-coordenadora do CMS-Recife, Keila Tavares, fez uma apresentação sobre os Conselhos de Saúde, onde exemplificou as ações e características desses órgãos colegiados de Controle Social.
        Ainda dentro da programação da Plenária, a gerente do Distrito Sanitário V, Lígia Lima, faz uma apresentação situacional do território, onde mostrou os perfis encontrados no Recife e como funciona a rede de saúde.
       A plenária foi levada ao debate, onde os usuários e trabalhadores expuseram suas problemáticas. Problemas estruturais, falta de medicamentos e insumos, a exemplo das luvas, melhora na dispersão dos exames e pedidos de requalificação na unidade da Mustardinha estavam entre as reivindicações.
      Ao final, aconteceu a votação para os (as) pré-delegados (as), no qual 08 trabalhadores (as) e 18 usuários (as) foram eleitos por aclamação (sem haver necessidade de votação).
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Trabalhador
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Usuário




 Microrregional 3.3


         Na noite da última quarta-feira, 12, o Distrito Sanitário (DS) III finalizou a etapa de Microrregional da 13ª Conferência Municipal de Saúde do Recife. Contando com moradores dos bairros de Brejo da Guabiraba, Córrego do Jenipapo, Guabiraba, Macaxeira e Pau-Ferro, a microrregião 3.3 reuniu cerca de 90 participantes que contribuíram com o processo de debate da plenária.
         A conselheira Marise Matwijszyn, representante do CMS-Recife na mesa de abertura, falou do momento delicado que o SUS passa e parabenizou a todos os presentes. "Temos que ter um fio de esperança para lutar pelo SUS, pela sobrevivência dele e pelos avanços das políticas de saúde", disse a conselheira. "Este é um espaço legítimo, onde todas as ideias que serão colocadas nesta plenária representam a necessidade e interesse de toda uma comunidade", finaliza.
        A vice-coordenadora do CMS-Recife, Keila Tavares, também está presente na plenária e fez uma apresentação do Controle Social mostrando como funcionam os Conselhos de Saúde.
         Fazendo uma apresentação situacional do Distrito Sanitário III, Lara Hazin, gerente do DS mostrou o compromisso da gestão em ampliar e requalificar as unidades presentes na rede de saúde, além de exemplificar como a atenção básica atua dentro das unidades de saúde.
          Após esse momento, a plenária foi convidada a expor seus pontos de vista acerca da funcionalidade do sistema de saúde do município, elencando problemas, angústias e questionamentos sobre a rede de Saúde.
          Ao final, a microrregional 3.3 elegeu 12 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário e 06 pré-delegados (as) pelo segmento Trabalhador. Agora, o Distrito espera pela sua fase Distrital que acontecerá no dia 9 de Outubro, na Escola Dom Bosco, em Casa Amarela.
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Usuário
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Trabalhador

segunda-feira, 10 de julho de 2017

13a Conferência: Distrito Sanitário IV inicia sua fase Microrregional

           Seguindo o cronograma da 13ª Conferência Municipal de Saúde do Recife, o Distrito Sanitário IV realizou, na noite da última quinta-feira, 6, a sua primeira plenária Microrregional. Atendendo aos bairros do Cordeiro, Ilha do Retiro, Iputinga, Madalena, Prado, Torre e Zumbi, a micro 4.1 teve a participação de mais de 130 moradores, entre usuários (as) e trabalhadores (as) das localidades acima citadas, onde os participantes tiveram a oportunidade de elencar propostas que servirão de subsídio para elaboração do Plano Municipal de Saúde para o próximo quadriênio (2018-2021). 
          Enquanto o credenciamento estava aberto, a mesa de abertura foi composta e, entre os convidados, estavam a conselheira Municipal de Saúde, Rosângela Albuquerque, a representante do Conselho Distrital de Saúde, Joselita Maria, a gerente do Distrito Sanitário IV, Juliana Santiago e a gerente de Monitoramento e Informação a Secretaria de Saúde (Sesau), Kamila Matos.
        Fazendo uma apresentação sobre o funcionamento dos conselhos de saúde, a conselheira Rosângela Albuquerque, exaltou a importância desses espaços de Controle Social. "Este é um espaço importantíssimo para dizer por quais problemas a comunidade passa e assim iremos elaborar propostas que serão levadas a conferência Municipal", disse a conselheira.
       Após dar boas vindas aos presentes, Juliana Santiago fez uma apresentação situacional do território onde trouxe a estruturação da saúde e mostrou como se dá os processos de encaminhamento nas Unidades de Saúde, além de apresentar os avanços da gestão, como o panorama das requalificações das unidades existentes.
        Findadas as apresentações, a plenária foi convidada ao debate e alguns dos presentes externaram suas queixas, pedidos e elogios à mesa. Pontos como: "uma integração maior entre o trabalhador e a gestão", "retorno da Unidade Skylab ao local de origem" e "construção da UPA Detran" foram citados nas falas dos (as) moradores (as).

     Ao final, a microrregional 4.1 elegeu 08 pré-delegados (as) pelo segmento Trabalhadores (as) e 08 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário que irão a etapa Distrital.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

13a Conferência: Moradores da Microrregião 1.1 discutem sobre saúde local

       Moradores dos bairros do Recife e Santo Amaro, do Distrito Sanitário (DS) I, participaram da plenária de Microrregional 1.1 da 13ª Conferência Municipal de Saúde do Recife realizada na noite da terça-feira, 4, no SESC de Santo Amaro. Com a presença de cerca de 110 inscritos, a plenária serviu para avaliar a saúde local e dialogar sobre a melhoria na rede de saúde do Recife.
       O evento teve sua abertura feita com a apresentação da mesa, que, entre os convidados, estavam o conselheiro municipal, Rodrigo Barbosa, o coordenador do Conselho Distrital de Saúde, Eduardo Andrade, a gerente de Monitoramento e Informação da Secretaria de Saúde (Sesau), Kamila Matos e a gerente do Distrito Sanitário, Alessandra Araújo, que, na ocasião, fez uma apresentação situacional do território.
O conselheiro Municipal, Rodrigo Barbosa, enfatizou a importância da participação
dos usuários e trabalhadores no Controle Social
         “Este é um momento muito importante para fortalecer o Controle Social e para que a gente discuta sobre as políticas de saúde na nossa comunidade”, disse o conselheiro Rodrigo Barbosa na sua fala de abertura.
       A conselheira Angélica Araújo também esteve presente na plenária e apresentou um pouco do que são os Conselhos de Saúde, como se organizam e como fazer parte deles para os participantes do evento. 
A conselheira Municipal, Angélica Araújo, apresentou como são formados os Conselhos de Saúde
A conselheira Distrital, Otávia Félix, mostrou as ações do Conselho Distrital de Saúde I
               Falando um pouco do que é Controle social, Alessandra mostrou como o DS está dividido, apresentou a estrutura de saúde dentro do território, com ênfase na micro 1.1, e falou das ações que acontecem dentro do distrito.
A gerente do Distrito Sanitário I, Alessandra Araújo, mostrou um panorama situacional
do território, com ênfase a microrregião 1.1
               Após esse momento, a plenária foi convidada para o debate onde queixas, pedidos e propostas foram lançadas pelos presentes. Entre as reivindicações estavam a requalificação da Unidade do Pilar que, segundo os participantes da plenária, se encontra em estruturas precárias e a construção de uma Upinha no bairro de Santo Amaro.
            Ao final, 14 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário e 07 pré-delegados (as) pelo segmento trabalhadores.
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Usuário
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Trabalhador

quarta-feira, 5 de julho de 2017

13a Conferência: Distritos VI e VIII realizam plenárias Microrregionais

Na tarde do último sábado, 1, os Distritos Sanitários (DS) VI e VIII realizaram suas etapas de microrregionais do processo que antecede a 13ª Conferência Municipal de Saúde do Recife. Como previsto no cronograma, as plenárias aconteceram às 14h e contemplaram da Microrregiões 6.1 e 8.2, DS VI e DS VIII, respectivamente.

Microrregional 6.1
Apresentação cultural 'As sereias Teimosas' de Brasilia teimosa
        Iniciando sua fase de Microrregionais, o Distrito Sanitário (DS) VI realizou, na Escola Oswaldo Lima Filho, a plenária da microrregião 6.1 reunindo cerca de 70 participantes entre usuários (as) e trabalhadores (as) dos bairros de Brasília Teimosa e Pina.
       O evento contou com a presença da gerente do Distrito, Manoela Gabriel, além da representante do CMS-Recife, Lorena Raia, do representante do Conselho Distrital de Saúde, Wendell Rocha, e da gerente de Monitoramento e Informação da Secretaria de Saúde (Sesau), Kamila Matos.
Lorena Raia representou o CMS-Recife na plenária
       “Este é um momento de conscientizar a população para uma participação mais ativa dentro da comunidade e dizer que as reclamações e sugestões de melhorias que serão apresentadas aqui serão levadas em consideração e, posteriormente, serão consolidadas para a Conferência Municipal”, disse a conselheira Lorena Raia, que parabenizou a participação de comunidade nesta plenária, mesmo sendo um dia bastante chuvoso. Lorena também fez uma apresentação falando um pouco da organização e estrutura dos Conselhos de Saúde.
A gerente do Distrito, Manoela Gabriel, apresentou como funcionam os serviços de saúde
         Mostrando um diagnóstico situacional do território, Manoela fez uma apresentação onde falou da preocupação que a gerência do Distrito tem em trabalhar de forma sistemática para traçar metas que intensifiquem as ações de melhorias na área. Após apresentação, a plenária foi convidada a participar do debate onde puderam expor suas críticas, pedidos e propostas que serão encaminhadas a etapa Distrital. 
       Ao final, a plenária Micro 6.1 elegeu 12 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário e 05 pré-delegados (as) pelo segmento Trabalhador.


Microrregional 8.2

         Realizando sua segunda plenária de micro, o Distrito Sanitário (DS) VII contou com a participação de moradores do bairro do Jordão para dialogarem sobre as problemáticas existentes na rede de saúde do município e debaterem quais estratégias devem ser tomadas para sanar tais problemas.
      Na ocasião participaram da mesa, o representante do CMS-Recife, Vera Lúcia, as representantes do Conselho Distrital de Saúde, Antônia de Fátima e Gilzolene Amorim, a gerente do Distrito Sanitário VIII, Mônica Gueiros, e a representante da Secretaria de Saúde (Sesau), Alessandra Debone.
        A conselheira Vera Lúcia falou da importância desse espaço. “Os segmentos que aqui estão representados nos ajudará a entender quais são os principais problemas que a saúde do Recife passa e, enquanto Conselho Municipal de Saúde, esperamos que tragam propostas positivas para que ajudem a nossa comunidade e que os usuários e trabalhadores possam participar efetivamente na construção permanente desse SUS que é de todos”, disse.
      Assim como acontece em todas as etapas Microrregionais, Vera apresentou um pouco o Conselho de Saúde falando da importância que este órgão colegiado tem dentro da capital pernambucana.
       A gerente do DS, Mônica Gueiros, apresentou á plenária a estruturação do território, com ênfase na micro 8.2, e , posteriormente, levou a plenária ao debate onde foi discutida saúde local.
      Ao final, foram eleitos (as) 04 pré-delegados (as) pelo segmento Usuário e 04 pré-delegados (as) pelo segmento Trabalhador.
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Trabalhador
Pré-delegados (as) eleitos (as) pelo segmento Usuário

Colegiado realiza pelo administrativo

      Discutindo sobre questões administrativas, como a inclusão da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador (CIST) do Recife no Regimento Interno do Conselho, o colegiado do CMS-Recife se reuniu para realização da sua 309ª Reunião Ordinária, na última quinta-feira, 29. Como de costume, os conselheiros e conselheiras foram recepcionados (as) pela mesa coordenadora que deu as boas vindas a todos (as) e conduziu todo o processo de discussão.
       Nesse sentido a chefe do setor de Atenção a Saúde do Trabalhador da Diretora Executiva de Vigilância em Saúde, Helena Brito, fez uma apresentação onde trouxe o histórico de luta e de discussão da saúde do (a) trabalhador (a), além de mostrar as atribuições, avanços e desafios da CIST-Recife. Após esse momento, o debate foi instaurado e os conselheiros pediram esclarecimentos acerca de alguns pontos contidos no documento. Alguns pedidos de vistas foram feitos e o documento passará por nova análise para poder seguir com os trâmites de inclusão no Regimento Interno do CMS-Recife.
    Dando ciência ao plenário sobre alguns documentos protocolados na Secretaria Executiva do CMS-Recife, a coordenadora geral, Janaína Brandão, aproveitou a oportunidade para ler os referidos documentos e levou as temáticas para o debate. Nessa perspectiva, o colegiado tomou conhecimento de alguns problemas relatados aos CAPS, ao Sistema Integrado de Saúde (SIS) e aos pólos do Programa da Academia da Cidade (PAC).
       Sobre os problemas relatados pelo CAPS Boa Vista (Distrito Sanitário I), o documento, que é assinado por toda a equipe, traz narrativas da falta de transporte para desempenho das ações no território. “[Relatar as dificuldades] quanto a garantia de cuidados aos usuários no que tange ao dispositivo do transporte, sendo importante destacar que este item é fundamental para a atuação do CAPS”, mostra o documento. A situação se agrava quando existem problemas que precisam de cuidados mais intensivos, onde é preciso transportar o usuário para algum hospital de referência e ainda sim, não dispõe do transporte.
     A leitura do documento deixou o colegiado atônito e iniciou um grande debate. A conselheira Rivânia Rodrigues, mesmo da Comissão de Fiscalização, fez questão de falar. “A Sesau (Secretaria de Saúde) precisa ter um olhar diferenciado para resolver essas demandas e é preciso solucionar a questão do transporte”, disse a conselheira e acrescentou que a referida Unidade também possui vários problemas estruturais.
       Em resposta, a gestão reconhece que houve uma readequação da frota do transporte da Prefeitura do Recife, mas que sempre está a disposição para solucionar eventuais problemas. “Acabamos de adicionar 30 novos carros para atender as diversas demandas relacionadas ao transporte social”, disse o diretor executivo de Administração e Finanças da Sesau, Felipe Bittencourt. Segundo Felipe, esses novos veículos servirão para levar pacientes para exames e outros procedimentos com mais conforto e segurança – anteriormente, o serviço era realizado por kombis.
      Como encaminhamentos, o CMS-Recife solicitou uma planilha contendo os valores que cada CAPS recebe para manutenção e também convocará uma Reunião Plenária para discutir sobre a Saúde Metal no Recife. O pleno está previsto ainda para esse mês.
   Referente aos problemas enfrentados no PAC, que relatou, sobretudo a falta de segurança nos polos espalhados pela cidade, o CMS-Recife falou que encaminhará um documento a Secretaria de Defesa Social solicitando um olhar diferenciado para estes equipamentos de Saúde que vem sendo, constantemente, arrombados e servindo de local para assaltos tanto para usuários (as) quanto trabalhadores (as).
     Devido a exiguidade do tempo, a apresentação do Comitê Municipal de Mortalidade Materna do Recife, que abordaria o panorama da atual situação da morbimortalidade materna no Recife, ficou para outra ocasião.

      Por fim, o colegiado aprovou a ATA 299 RO.